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sábado, 12 de julho de 2014

Praia de Breu Branco foi o cenário do baleamento com a morte de uma estudante por motivos banais, o assassino está foragido

A estudante Gisiele Moura de Oliveira, 24 anos, morreu após ser baleada pelo dono do bar da Mangueira por motivos banais
O foragido Denis proprietário do bar da Mangueira na avenida principal da  praia artificial de Breu Branco,  acusado de ter cometido a atrocidade de matar Gisiele Moura por não ter dançado com ele qualquer pista que leve a sua prisão pode ser denunciado pelo telefone 190 ou 181
Praia artificial de Breu Branco

WELLINGTON HUGLES
De Breu Branco
Foto: Wellington Hugles

Morreu no início da tarde deste sábado (12), a estudante da Escola Severo Alves, Gisiele Moura de Oliveira, 24 anos, moradora da Rua Bahia, centro de Breu Branco, depois de ter sido baleada no início da madrugada, pelo dono do bar da Mangueira conhecido como Denis, onde funciona uma seresta, as margens do lago de Tucuruí, na avenida principal da praia artificial do município de Breu Branco, sudeste do Pará, tudo porque, a estudante não aceitou dançar com o assassino.

Segundo relatos de testemunhas, a jovem estudante Gisiele Moura de Oliveira, chegou ao local para se divertir na seresta, após o fechamento de um carro de lanches onde trabalhava.

Por volta de 1:00 h da madrugada, deste sábado (12), a estudante que também é dançarina em uma quadrilha junina tradicional da cidade, Gisiele Moura, começou a dançar com um rapaz amigo dela, foi quando o elemento de prenome Denis, dono do estabelecimento bar da Mangueira, onde estava ocorrendo a seresta, se aproximou repentinamente próximo ao casal de amigos, puxando a moça pelo braço, obrigando-a a dança com ele, foi neste momento, que para se defender a estudante empurrou Denis, e sua mão resvalou no rosto do homem, que ficou completamente transtornado, e sacando de um revólver da cintura, realizou diversos disparos contra o peito da estudante Gisiele, que caiu gravemente ferida ao chão.

O proprietário do bar da Mangueira, vulgo Denis, após os disparos evadiu-se do local, em seu veículo de marca Volkswagen, modelo Saveiro de cor preta.

Gisiele Moura foi socorrida as pressas pelos amigos para o Hospital Regional de Tucuruí, onde deu entrada no Pronto Socorro, por volta das 2 h da madrugada, tudo foi feito pela equipe médica para a manutenção da vida da estudante, mas infelizmente devido aos graves ferimentos sofridos, Gisiele Moura de Oliveira, não suportou e foi a óbito após o meio-dia.

Segundo relatos das pessoas que não quiseram ter seus nomes identificados, com medo de represália, o baleamento que culminou com a morte da jovem de 24 anos, Gisiele Moura de Oliveira, foi criminoso e bárbaro, com requinte de crueldade e execução.

O elemento vulgo Denis, dono do bar e seresta da Mangueira, achando-se do direito de obrigar as pessoas que frequentam seu bar a dançar com ele, tentou obrigar também a estudante, mas foi surpreendido com a negativa da moça, que lhe deu um empurrão para se desvencilhar do elemento, foi este o motivo que levou ao energúmeno cometer diversos disparos de arma de fogo contra a estudante, que culminou com sua morte.
  
A equipe do IML foi acionada pelo Hospital Regional, para realizar a remoção do corpo da vítima para necropsia, em função do baleamento ter ocasionado à morte criminosa.

Os familiares, amigos e companheiros estudantes da Escola Severo Gomes em Breu Branco, juntamente com a equipe da quadrilha junina que Gisiele participava, assim como toda a população de Breu Branco, estão revoltados pela atitude tomada pelo elemento, ceifando a sangue frio a vida de uma moça, que transmitia carinho a todos, graças a sua simplicidade e a educação que sempre demostrava no tratamento a todos de seu convívio. 

Segundo Leila Muniz, amiga de Gisiele Moura, “esperamos e exigimos justiça, e que a polícia faça o seu papel, colocando este matador de mulheres atrás das grades, para apodrecer pela sua atitude de verme que ele é, por ter matado uma pessoa indefesa e do sexo feminino, ainda mais, utilizando uma arma para acabar com a sua vida”, desabafou estarrecida.


A Polícia Civil de Breu Branco está investigando as denuncias, e será questão de tempo para colocar atrás das grades o autor Denis, pelo baleamento que levou a morte da jovem Gisiele Moura.

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