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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Tribunal de Justiça concede liberdade à mãe do prefeito Artur Brito



Tribunal de Justiça concede liberdade à mãe do prefeito Artur Brito

O desembargador do Tribunal de Justiça do Pará Dr. Ronaldo Marques Valle, relator do pedido de Habeas Corpus liberatório com pedido de liminar impetrado pelos advogados de Josenilde Silva Brito, decidiu conceder liminar objetivando a revogação da prisão preventiva temporária decretada pelo Juiz José Leonardo Frota de Vasconcellos Dias da Vara Criminal da Comarca de Tucuruí.

Em sua decisão o Desembargador Ronaldo Marques Valle atendeu aos pedidos dos advogados, e decidiu, “Ausente, portanto, o Periculum Libertatis, hei por bem, revogar a prisão temporária de Josenilde Silva Brito, determinando a expedição do alvará de soltura, comunicando-se, esta decisão, as autoridades coatora e policial, respectivamente. Belém 24 de Novembro de 2017. Des. Ronaldo Marques Valle.”

CORRUPÇÃO: A LIMPA NOS COFRES DA PREFEITURA DE TUCURUÍ, EM 72 HORAS DE LUTO DO PREFEITO JONES WILLIAM

Carlos Alberto S. Cruz
 


 Moises Águia e Firmo Girox organizam o caixão de Jones William antes de iniciarem a limpa nos cofres da PMT



Por: Carlos Alberto S. Cruz
 
Entenda passo-a-passo a ação criminosa do grupo de saqueadores dos cofres públicos de Tucuruí, que mesmo sabendo que o corpo do prefeito Jones William ainda estava em velório, passaram a surrupiar valores que ultrapassar a cifra de R$ 5 milhões:



Na fatídica tarde da terça-feira, 25 de Julho, por volta das 15h30min, o prefeito de Tucuruí Jones William foi surpreendido por dois elementos, que o alvejaram a bala, em via pública na estrada do aeroporto da cidade, próximo à entrada do residencial Cristo Vive, quando estava acompanhando os trabalhos de tapa-buracos. 


Um fato que causou muita estranheza foi que o seu segurança pessoal, um militar da PM, que o acompanhava até poucas horas antes, no momento do acontecido estava ausente de seu posto e o seu motorista também não estava presente.


Mesmo o prefeito sendo encaminhado as pressas ao Pronto Socorro do Hospital Regional, nada mais pode ser feito pela equipe médica de plantão para salvar a vida de Jones, sendo anunciado em boletim médico seu falecimento por volta 17h50min.


A equipe do IML realizou uma força tarefa para acelerar sua necropsia, e a liberação do corpo para os serviços funerários.


Enquanto muitos choravam a morte do prefeito Jones William, em outra parte da cidade, uma ‘quadrilha’ tramava um golpe baixo e criminoso contra a memoria de Jones e a população de Tucuruí, iniciando uma ação de limpeza dos cofres da prefeitura.


Enquanto centenas de milhares de pessoas aguardavam a chegada do corpo de Jones William no Ginásio Poliesportivo para a última despedida, “pessoas” privilegiadas estavam tomando de assalto os recursos da Prefeitura.



O PRIMEIRO ATO – Exatamente no dia 25 de Julho de 2017, às 20h42min, foi realizado uma transferência eletrônica bancária (via internet banking), sendo usada à senha pessoal e intransferível que só o prefeito Jones Wiliam possuía, para poder realizar a liberação de recursos das contas da Prefeitura, especificadamente da conta dos Royalties no Banco do Brasil, concidentemente também foi utilizada a senha pessoal e intransferível do Secretário de Finanças o empresário Moisés Gomes Soares Filho, vulgo “Moises Águia”, pois só com as duas senhas e que pode se feito saques e transferências via movimentação na internet - na verdade seria humanamente impossível que o prefeito Jones William que foi assassinado, e seu corpo dentro de uma funerária, onde estava sendo preparado para o velório pudesse digitar sua senha em um terminal de computador para a liberação de valores dos cofres da prefeitura -. Mesmo assim foi transferidos da conta dos royalties no Banco do Brasil, o montante de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) para outra conta da prefeitura.



O SEGUNDO ATO – Como se diz no ditado popular “quem rouba um real ou um milhão sempre será considerado ladrão”, os mancomunados que se diziam “amigos” de Jones, que há poucas horas estavam desesperados e chorando sua morte, rapidamente passaram a realizar a segunda ação criminosa, realizando a transferência, desta vez, exatamente às 20h48min, passado 6 minutos da primeira limpada dos cofres. Novamente a senha do prefeito morto, foi novamente digitada e o Secretário de Finanças o empresário Moises Águia também confirmou com a sua senha a transferência dos valores já da conta da prefeitura, através de transferência eletrônica via internet o valor sacado da conta dos royalties de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) foram destinados à empresa F. CARDOSO & CIA LTDA, sediada na cidade de Ananindeua-Pa.



O TERCEIRO ATO – Para a surpresa de muitos, e a tristeza de poucos, foi identificado o nome do beneficiário das duas transferências eletrônicas no valor de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) a empresa F. CARDOSO & CIA LTDA, que comercializava medicamentos e materiais a PMT.




 Empresa F. CARDOSO & CIA LTDA foi denunciada pela Justiça Federal por fraude em licitação


O QUARTO ATO – A gula de saquear a Prefeitura foi tão grande que os elementos perniciosos ao erário público não tiveram sequer medo e nem consideração pelo corpo de Jones William estar estendido no meio do Ginásio Poliesportivo, sendo velado a prantos por milhares, até mesmo o Secretário de Finanças Moises Águia, que esteve no velório no dia 26 de Julho até as 11h da manhã, e novamente, exatamente as 11h42m da quarta-feira (26), nova transferência eletrônica via internet com a senha de Jones William foi realizada saqueando novamente a conta dos royalties no Banco do Brasil, transferindo novamente para uma conta da Prefeitura na agência Caixa Econômica Federal de Tucuruí o montante de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), rapidamente no exato momento que o valor chegou a conta da CEF, novamente a senha do prefeito ora sendo velado, foi digitada juntamente com a senha do Secretário Moises Águia transferindo o valor de R$ 431.000,00 (quatrocentos e trinta e um mil reais) e mais uma transferência de R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais), totalizando R$ 467.000,00 (quatrocentos e sessenta e sete reais) para uma empresa da cidade TOP MED EIRELI – EPP, uma das empresas do Grupo Siqueira do empresário Alexandre França Siqueira.



A saga do roubo aos cofres públicos seguiu a diante além das inúmeras transferências de volumosas quantias, pequenas outras transferências foram realizadas e estão sendo rastreadas gradativamente, mas com os mesmos modus operandi, sendo usada a senha do prefeito morto e a confirmação com a senha de Moises Águia.



O QUINTO ATO – Ainda durante o período de morte, velório e o sepultamento, a Secretaria de Finanças repassou a diversas empresas dezenas de cheques, sendo pagos pelos bancos no dia 26 e 27 de Julho, mas com datas de expedição do dia 24 de Julho, que a “olho nu” se observou que os cheques estavam normais, mas quando se observa a sequência de cheques oficiais pagos ate o dia 23 de Julho, a numeração dos cheques é totalmente divergente, sendo novas numerações destes cheques expedidos com data de 24 de Julho, e o que e pior, ao se feito uma primeira pericia pelo banco, observou divergências na assinatura do prefeito Jones William, mas a assinatura do Secretário de Finanças estava normal, sendo levantada a hipótese de que os cheques foram expedidos posteriormente a morte de Jones William, com numeração que não estavam seguindo o padrão que vinha sendo expedidos os cheques pelo setor financeiro, e que não estão batendo com a assinatura oficial do prefeito, sendo requisitados os cheques para pericia no IML da capital.

Na verdade tanto o Moises Águia como o secretário adjunto de finanças, vulgo Xereta do PT - Boté Fé -, realizaram dentro deste período de morte de Jones William até a posse do vice-prefeito, um “esquema” monstruoso dentro do setor financeiro da PMT.

O SEXTO ATO – Ainda em fraude da expedição de cheques, no dia 27 de Julho, um dia após o sepultamento do prefeito Jones William, com a cidade ainda em luto, foram descontados na  agência do Banpará de Tucuruí, um cheque no valor de R$ 69.000,00 (sessenta e nove mil reais) em nome da pessoa física da então procuradora do município que é irmã do vereador Gualberto Neto (DEM), leia-se contadora do município, além de diversos outros cheques, observou-se ainda, o repasse de 02 (dois) cheques nominais para o IPASET sendo dois cheques no valor de R$ 220.000,00 (duzentos e vinte mil reais) cada um, totalizando R$ 440.000,00 (quatrocentos e quarenta mil reais), e dentro da consolidação de contas da prefeitura tudo parecia normal, mas quando foi analisado tecnicamente, foi detectado que os dois cheques foram pagos dia 27 de Julho, pelo prefeito Jones William e pelo secretário de finanças Moises Águia ao IPASET, mas na verdade os valores dos cheques foram destinados para uma empresa que não presta serviço ao município, os cheques foram endossados pelo presidente do IPASET Firmo Leite Girox e pela diretora financeira do IPASET.

Ao ser pergunta a diretora administrativa financeira do IPASET, se ela tinha conhecimento do destino do dinheiro, informou a princípio, que estava em viagem oficial do IPASET entre os dias 23 a 28 de Julho através de diária para participar de um curso em Belém, e não poderia ter assinado o endosso do cheque, mas que segundo afirmação da própria, ela estava em Tucuruí e não em Belém na data do dia 27 de Julho, mesmo estando de diária oficial, mas que ela foi convocada pelo presidente do IPASET Firmo Leite Girox para vir e endossar os cheques, mas ele afirma que foi comunicada na segunda-feira dia 31 de Julho por Firmo Girox, que os cheques assinados por ele e ela, no montante de R$ 440.000,00 (quatrocentos e quarenta mil reais), teriam sido cancelados.

Para assegurar sua transparência com referência ao seu envolvimento neste episodio que culminou em cheques de grande volume de dinheiro, a servidora registrou um Boletim de Ocorrência, contando o caso a autoridade policial na Seccional de Tucuruí.

Através de declaração da gerência do Banpará de Tucuruí os dois cheques que foram repassados ao IPASET no total de R$ 440.000,00 (quatrocentos e quarenta mil reais), que se levantam dúvidas que foram realmente assinados por Jones William ainda em vida, mas que consta a assinatura original do Secretário de Finanças Moises Águia, foram parar “como num passe de mágica”, endossados pelo Firmo Leite Girox presidente do IPASET e pela diretora financeira do IPASET na conta da empresa M.G SOARES FILHO COMERCIO, LOCACOES E SERVICOS LTDA - EPP, que tem como sócios Moisés Gomes Soares Filho e Vera Lucia da Cruz Soares, desta forma o Secretário de Finanças Moisés Gomes Soares Filho, vulgo “Moises Águia”, assinou os cheques totalizando R$ 440.000,00 (quatrocentos e quarenta mil reais), e foram parar na conta da sua empresa sendo movimentado o dinheiro pelo seu procurador Odair José Marques Viana. 



E o que é pior, a empresa M.G. SOARES FILHO COMERCIO, LOCACOES E SERVICOS LTDA - EPP não tem nenhum contrato com o IPASET ou com a Prefeitura de Tucuruí para prestação de serviços ou fornecimento de material.

Mas tem com a Prefeitura de Novo Repartimento, com valores astronômicos e que denuncias dão conta que não são fornecidos os itens contratados, apenas expedidas notas fiscais como forma compensatória pelo apoio financeiro dado por Moises Águia nas últimas eleições naquela cidade.

 

O INÍCIO DA PERSEGUIÇÃO AO ARTUR BRITO – Na manhã da sexta-feira dia 28 de Julho, data da posse do vice-prefeito Artur Brito como prefeito da cidade de Tucuruí na plenária da Câmara, todos os secretários do 1º escalão da Prefeitura de Tucuruí foram convidados pelo Secretário de Finanças Moises Águia para uma reunião dentro do gabinete do prefeito, sendo feito um acordo que com a posse do prefeito Artur Brito todos os secretários de Jones William, renunciariam o cargo e deixariam o governo para evitar a governabilidade de Artur, na mesma reunião foi escolhido um culpado pelo assassinato do prefeito Jones William, sendo eleita a mãe de Artur Brito, dona Josy Brito, e que dali todos tinham a missão de proliferar esta ideia até criar asas e expandir esta “estória”, escrita com a letra ‘e’ de mentira, em toda a cidade.


Infelizmente o ‘esquema’ dele Moises Águia, “deu com os burros n’água”, sendo que apenas Moises Águia pediu sua exoneração, os demais secretários todos ficaram no cargo, mas, só agora sabemos por que Águia voou do ninho da prefeitura, porque tinha deixado um mar de corrupção e desmandos financeiros.



ESTORSÃO - Gravações dão conta de inúmeras conversa da Secretária de Ação Social Graciele Galvão, solicitando apoio financeiro e determinadas ações que pudesse garantir sua sobrevida política e pessoal, que segundo os advogados do prefeito Artur Brito virá à tona durante as investigações.

Os boatos plantados durante os 90 dias de governo do prefeito Artur Brito tomaram corpo, sendo que uma campanha de justiça comandada pelos ex-dirigentes que se locupletaram da prefeitura, se deu início, mas com a única intenção que foi culpar a família de Artur Brito, e que fossem ridicularizados e levados a polícia para enfraquecer o poder de administração de Artur Brito, mesmo com sua mãe sendo tratada de forma desleal e presa de forma temporária, sem fundamento jurídico, de um crime que tentam de todas as formas tendenciosas culpar a pessoa de Artur Brito e seus familiares.

Se observarmos nas convocações das manifestações e nos discursos de acusações, todos são pessoas envolvidas nos crimes de corrupção e de roubo comprovado em 72 horas que ficaram sem ser dirigido pelo prefeito Jones William, onde neste pouco espaço de horas, realizam uma limpa nos cofres da PMT.

Agora, devemos parar para imaginar que mesmo com o corpo de seu líder, amigo e prefeito ainda quente no velório, eles tiveram a atitude desonesta de fazer isso tudo, surrupiando os cofres da prefeitura, imaginem o que fizeram ao longo dos quase 7 meses que comandaram o governo.



Fica esta pergunta no ar para a população de Tucuruí?



A DENUNCIA DE IMPROBIDADE – A que ponto se chegou ao estado democrático de direito, onde o corrupto, uma pessoa com vários processos em trânsito em diversas comarcas, e com prisões comprovadas por diversos crimes contra o estado, realiza uma denúncia ao órgão de fiscalização, que há alguns meses atrás denunciou este mesmo empresário e suas empresas pela prática de formação de cartel, desviando de forma direta R$ 23 milhões dos cofres da Prefeitura, ainda acreditou numa denuncia de faixada, e com apenas estes elementos testemunhais, o poder judiciário foi induzido a uma decisão que aparentemente não atendeu aos ritos legais, determinando de ‘supetão’ o afastamento do gestor municipal Artur Brito.

Situações como estas desencadearam um desconforto e uma instabilidade de governar, além de trazer a tona discussões e verdades concretas, que por motivos de respeito à memoria do prefeito Jones Wiliam dentro do período de luto e pelo pouco tempo de sua morte, estavam sendo tratadas de forma interna, ate por que, estavam sendo realizadas investigações e auditorias neste período para culminar com estas verdades ora apresentadas pelos advogados e consultores da prefeitura.

É fato, que a denúncia realizada pelo empresário dono de varias empresas de faixadas, só vieram à tona, em função ao destrato por parte da Prefeitura dos contratos que não estavam sendo cumpridos de forma correta, e com valores irregulares, sangrando mensalmente os cofres públicos.

E o que é pior, esta pessoa, mentiu e induziu o órgão ministerial de maior respeito e credibilidade no estado ao equivoco, com declarações inverídicas, sendo comprovados os fatos verdadeiros, após todo o levantamento realizado pelos advogados do prefeito Artur Brito.

Os próximos dias serão de muitas reviravoltas em nossa cidade, muitas verdades que por respeito à memoria do prefeito Jones Wiliam, ficaram ainda sem vir à tona, serão revelados.

E pincipalmente os valores pagos pela prefeitura ao vereador Weber Galvão, irmão do prefeito assassinado Jones William, que nos últimos dias denunciou o prefeito Artur Brito na plenária da Câmara de Vereadores, o acusando como o beneficiário direto pela morte do prefeito Jones William.

O que o vereador não falou aos nobres parlamentares de Tucuruí, e que seus maquinários e de seus familiares, mensalmente locados a prefeitura, sangravam dos cofres públicos mais de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) e que a Câmara deveria abrir uma Comissão de Investigação, para averiguar como eram feitos estes contratos e como eram pagos estes montantes de valores repassados ao vereador Weber Galvão e seus familiares.



A população espera e vai exigir que a verdade venha a tona!!!!!

ERRATA - A equipe de jornalismo através do redator Carlos Alberto S. Cruz, vem a público informar que houve um erro no momento da transcrição da gravação do depoimento do auditor da Prefeitura, onde foi publicado que o cheque foi descontado pela então senhora procuradora da Prefeitura, irmã do vereador Gualberto Neto. Na verdade o cheque foi descontado no dia 27 de Julho no valor de R$ 69.000,00 (sessenta e nove mil reais) em nome da pessoa física da senhora que era responsavel pela contabilidade do município.



CONTRADITÓRIO - A equipe de reportagem tentou contato com o empresário e ex-secretário de finanças da Prefeitura de Tucuruí Moises Águia, o ex-presidente do IPASET, Firmo Leite Girox, além das pessoas proprietárias das empresas que tiveram seus nomes vinculados na matéria, mas não tivemos nenhum retorno até o fechamento desta edição, mas colocamos o Jornal a disposição para os esclarecimentos ou respostas pertinentes.



quinta-feira, 23 de novembro de 2017

EXCLUSIVO – REVIRAVOLTA NO CASO JONES: Cofres foram saqueados no dia da morte do prefeito de Tucuruí


 Cofres da Prefeitura de Tucuruí foram saqueados no dia da morte do prefeito de Tucuruí por amigos e familiares de Jones William

Com informações do site:
http://www.portalparanews.com.br/noticia/pa/tucurui/policia/exclusivo---cofres-foram-saqueados-no-dia-da-morte-do-prefeito-de-tucurui

Saques milionários envolvem a ex-primeira dama, Graciele Galvão, o empresário Alexandre Siqueira e o ex-secretário de fazenda, Moisés Filho.  Senha de Jones Wiliam foi usada para transferir mais de R$ 2 milhões quando a cidade ainda estava em luto. Grupo tenta desestabilizar o governo de Artur Brito para se apoderar das chaves dos cofres públicos.


Revelações bombásticas estão dando novos rumos às investigações sobre o assassinato do prefeito de Tucuruí, Jones William Galvão. Advogados do prefeito afastado de Tucuruí, Artur Brito, vão apresentar hoje no Ministério Público documentos e extratos bancários comprovando que as contas da prefeitura foram saqueadas no dia 25 de junho,
lê-se 25 de Julho, dia do assassinato do prefeito Jones Wiliam, morto quando vistoriava obras em um residencial. A reportagem teve acesso aos documentos que comprovam que na noite do crime, quando o corpo do prefeito estava no IML, o Tokim do gestor foi usado para transferir mais de R$ 800 mil reais das contas da prefeitura.


Nos três dias de luto decretados pela morte de Jones Willam, os saques e transferências continuaram sendo efetuados nas contas da prefeitura no Banco do Brasil e Banpará. De acordo com a advogada Denise Silva, na noite do assassinato do prefeito, a senha do mesmo foi usada para fazer duas transferências : uma de R$ 400 mil, para a empresa F, Cardoso e mais R$ 400 mil, operação de transferência entre contas. 

No dia seguinte, data do velório do prefeito, a senha do prefeito morto foi usada novamente, desta vez para transferir R$ 431 mil reais para a conta de Alexandre Siqueira, não por acaso o empresário que fez a denúncia ao MP, que resultou no afastamento do prefeito Artur Brito, por suposta prática de Improbidade Administrativa.


No dia seguinte, 27 de novembro, lê-se 27 de julho, um dia após o sepultamento do prefeito, com a cidade ainda em luto, foram descontados da  agência do Banpará de Tucuruí,  um cheque de R$ 69 mil no nome da então procuradora do município e outros  dois cheques , cada um no valor de R$ 220 mil reais, totalizando R$ 440 mil reais. O cheque teria sido assinado pelo prefeito morto, Jones William e endossado pelo secretário municipal da fazenda, Moisés Gomes Soares Filho, cujo beneficiário seria o Ipaset, Instituto de Previdência Social de Tucuruí. 

No entanto, estranhamente, os valores foram depositados na conta de Odair José Marques Viana, procurador das empresas do secretário de fazenda, Moisés Filho. O ex-secretário de fazenda de Tucuruí, Moisés Filho, é sócio de Ricardo Chegado, preso como mandante do assassinato do prefeito de Breu Branco, Diego Kolling. Ricardo foi preso pela Polícia Civil dentro da fazenda de Moisés.  Os advogados não tem dúvidas da participação da mulher do gestor assassinado, Graciele Silva Galvão, nas transferências bancárias, uma vez que a mesma já ocupou o cargo de gerente do Banpará em Tucuruí  e estava emprestada para a prefeitura, ocupando o cargo de secretária de Ação Social.


Os advogados estão solicitando perícia em todo o material a ser apresentado no MP, e estão solicitando a abertura de uma minuciosa investigação para levantar o total dos desvios que ocorreram nos três dias de luto pela morte do prefeito. “Está mais do que claro que existe uma organização criminosa por trás de tudo isso. 

O prefeito não poderia ter usado sua senha pessoal e ter efetuado transferências bancárias depois de morto”. Afirma o advogado ressaltando que vai pedir também a abertura de uma auditoria nas agências bancárias envolvidas. “Nenhum gerente autorizaria operações com valores tão altos e com a cidade de luto”. Finalizou o advogado. Em contato com a reportagem , o prefeito afastado Artur Brito disse que confia na justiça e que sua inocência será provada. “Estou sendo vítima de um complô armado por uma quadrilha que se apoderar dos cofres municipais e que já desviaram mais de R$ 50 milhões do erário municipal”. Concluiu Artur.










INFORME: PRORROGADO O RECADASTRAMENTO DE SERVIDORES DA PREFEITURA DE TUCURUÍ


sábado, 18 de novembro de 2017

Entrevista exclusiva do Prefeito Artur Brito ao Jornal O Liberal publicada neste sábado (18)

 Entrevista exclusiva do Prefeito Artur Brito ao Jornal O Liberal publicada neste sábado (18). 

Acompanhe na íntegra a entrevista.


Por que o senhor foi afastado do cargo?

Artur Brito - Fui afastado de maneira injusta, sem direito de defesa. É mais uma etapa do golpe armado contra a democracia e o povo de Tucuruí. A decisão foi baseada no depoimento de um marginal que possui diversos processos criminais, já foi preso por roubo de carro, formação de quadrilha, receptação e mesmo assim, estranhamente, detinha milhões de reais em contratos com a prefeitura. Na minha administração mandei auditar todos esses contratos, detectamos vários erros e determinei o cancelamento dos mesmos. O próprio Ministério Público investigou e pediu a suspensão desses contratos.

E como está o processo do seu retorno ao cargo?

Artur Brito - A decisão do meu afastamento é equivocada. A situação é tão absurda e irregular que o juiz determinou meu afastamento sem ao menos me escutar, investigar ou sequer apurar as acusações levianas feitas por um indivíduo que tinha todo o interesse de me ver fora do cargo. Com isso, ele pode colocar seus cumplices no poder e assim, voltar a roubar a prefeitura. Tanto que o povo já diz que os agiotas voltaram à prefeitura. Quanto ao processo, meu advogado já protocolou o recurso no Tribunal de Justiça do Estado e esta semana já será deferido e voltarei ao cargo. Sendo feita a justiça e a vontade do povo de Tucuruí e de Deus.

E a sua mãe, que está presa acusada da morte de Jones William?

Artur Brito - É mais uma trama desse golpe que busca o meu afastamento da prefeitura. Ela está presa, sem provas, em uma investigação repleta de erros. Para se ter uma ideia ela foi apenas citada por um dos envolvidos, popularmente o “ouvi dizer”. Como pode uma investigação séria se basear nisso para prender uma empresária, trabalhadora que sempre honrou com seus compromissos? Infelizmente minha mãe está pagando o preço de ser a mãe do atual prefeito.
Confio na nossa polícia, na justiça e tenho certeza que em breve chegaremos ao verdadeiro culpado pela morte do Jones e provaremos a inocência da minha mãe.

Quais serão suas próximas ações?

Artur Brito - Tenho absoluta certeza que esta semana já retorno ao cargo que é meu por direito. Tenho compromisso com a população de Tucuruí de fazer o melhor pela nossa cidade. Em apenas três meses à frente da prefeitura consegui colocar em dia toda a folha, pagando até mesmo de maneira antecipada. Implantamos sistema de iluminação de LED, que é mais moderno e representa economia real na conta da prefeitura. Junto com a deputada Eliane Lima conseguimos 12 km de asfalto para os bairros Palmares 1 e 2. Em parceria com o Ministério da Integração, levantamos recursos para a reconstrução de duas pontes do cais, cinco milhões para a reforma do cais e da feira. Fizemos a maior operação tapa-buraco da história de Tucuruí, utilizando mais de 10 km de asfalto de qualidade. Iniciamos a construção de duas creches que irão atender 500 crianças, não deixamos nenhuma obra parar e demos início ao plano de implantação do Distrito Industrial de Tucuruí que irá gerar empregos e receita para a população e beneficiará a prefeitura. Tudo isso sem falar no trabalho interno voltado para uma gestão eficiente que procura a moralização e a seriedade. Sei que tem gente que não aceita isso, mas seguirei de cabeça erguida, tranquilo e com fé em Deus.

Fonte:  Jornal O Liberal

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Justiça: O ACUSADOR ALEXANDRE SIQUEIRA É RÉU EM MUITOS PROCESSOS JUDICIAIS EM TODO O PARÁ - PARTE 3





 Empresário Alexandre Siqieura que acusa o prefeito de Tucuruí é réu em ações do MP e já foi preso por roubo e receptação em Tucuruí e Tomé Açu

Com informações do: 


O homem que se apresentou como denunciante aos promotores de Tucuruí, no dia 8 de novembro, dizendo que foi ameaçado e coagido por secretários municipais de Tucuruí, supostamente a mando do prefeito Artur Brito, na verdade é um velho conhecido da polícia e da justiça.  

O mesmo responde a uma penca de processos, que vão desde a fraudes em licitações, passando por furto, roubo, formação de quadrilha e assalto a mão armada. 

O suposto empresário já foi preso duas vezes pela polícia do Pará (foto acima) e fez fortuna da noite pro dia, sendo a procedência de sua riqueza um mistério. 

Em nota divulgada, a prefeitura de Tucuruí informa que "irá cumprir a determinação da justiça, sendo que o empresário Alexandre Siqueira, na verdade, está tentando se vingar do atual prefeito, que cessou todos os contratos com a empresa do mesmo, contratos estes que lesavam os cofres municipais".



MP denunciou delator por fraude milionária na prefeitura -  Alexandre França Siqueira, recentemente foi denunciado pelo Ministério Público do Pará, sendo que o parquet é categórico em acusa-lo de comandar um esquema de fraude milionária perpetuado contra a prefeitura de Tucuruí, na gestão do prefeito Jones Wiiliam, assassinado em junho deste ano.


De acordo com a Ação do MP, divulgada amplamente nos meios de comunicação do Pará, o prefeito Jones Willian estaria direcionando contratos e licitações para o empresário Alexandre Siqueira. À época, a Justiça bloqueou os bens do gestor e do empresário.



De acordo com as provas colhidas no inquérito civil, o prefeito realizou vários contratos com empresas de Alexandre Siqueira nas áreas de limpeza pública e coleta de lixo hospital, transporte escolar, de obras e construção, fornecimento de combustível, locação de máquinas, prestação de serviços médicos, dentre outros, sob o argumento de que se enquadravam em hipóteses de dispensa de licitação. No entanto, não houve nenhum procedimento administrativo motivando esta dispensa.



Ao analisar a ação proposta pelo MPPA, a juíza titular da 1ª vara da Fazenda Pública de Tucuruí destacou a irregularidade das dispensas de licitações enfatizando que "há inúmeras empresas com reconhecida competência e inquestionável idoneidade que poderiam prestar os mesmos serviços prestados pelas empresas do senhor Alexandre Siqueira, que aparentemente, sem nenhuma explicação ou justificativa, foram escolhidas pelo município de Tucuruí para prestar serviços nas mais diversas áreas (saúde, transporte e limpeza), tudo mediante dispensa de licitação".



A época, a Justiça deferiu parcialmente o pedido do MPPA e determinou que a prefeitura se abstivesse de realizar novos pagamentos e empenhos, seja por meio de emissão de cheques, depósitos, transferências ou pagamentos em espécie, em favor do demandado Alexandre França Siqueira e suas empresas, referentes aos contratos firmados com o Município de Tucuruí.



A juíza também decretou a indisponibilidade dos bens do prefeito Jones William Silva Galvão e do empresário Alexandre França Siqueira, incluindo suas contas bancárias. Durante as investigações, o MPPA constatou que o empresário Alexandre Siqueira é responsável por cinco empresas que possuem contratos com a prefeitura, a A F Siqueira e cia Ltda, Tec Lix Ambiental Ltda, Top Med Eireli EPP, Auto Posto Siqueira Ltda EPP e Siqueira Locações Ltda EPP. Elas oferecem serviços de limpeza pública e coleta de lixo hospital, de transporte escolar, de obras e construção, fornecimento de combustível, locação de máquinas, prestação de serviços médicos, dentre outros.



Os contratos são resultados de dispensas de licitação, aditivados à revelia da lei. O MPPA identificou que a prefeitura beneficiava as empresas de Alexandre Siqueira. Em todos os procedimentos licitatórios em que as empresas do empresário participaram, a gestão municipal criou mecanismos para inabilitar a empresa vencedora e classificar Alexandre Siqueira como o ganhador. Além disso, o prefeito Jones Willian autorizou pagamentos de obras não executadas, de contratos referente ao ano de 2016, para Alexandre Siqueira. Foi constatada ainda a emissão de empenhos sem a existência de contrato registrado junto ao Tribunal de Contas dos Municípios.



Alexandre Siqueira foi preso com carro roubado -  Em janeiro de 2011, O delegado Jivago Ferreira, da Seccional Urbana de Tucuruí, sudeste do Estado, autuou em flagrante, por receptação, Alexandre França Siqueira, juntamente com José Augusto Lucena Cardoso e Frank Ataíde dos Santos. O flagrante foi registrado a época nos jornais O Liberal, Diário do Pará e Amazônia. Os acusados estavam em um posto de gasolina, no bairro Santa Mônica, na noite de quinta-feira (20), quando a Polícia Militar recebeu informações de que eles estariam em um veículo roubado no município de Jacundá.



Após a abordagem, eles foram conduzidos para a Seccional da Polícia Civil, para averiguação. Os autores dos crimes são cinco homens que, armados, renderam o dono do carro, na madrugada do dia 29 de novembro do ano passado.



O diretor da Seccional, delegado Carlos Magalhães, entrou em contato com os proprietários da picape, que compareceram à unidade policial e apresentaram a documentação do veículo, além do boletim de ocorrência policial registrados na Delegacia de Jacundá. Uma das vítimas reconheceu Alexandre França Aguiar como um dos autores do assalto e que, inclusive, foi quem dirigiu o veículo após o roubo.



Através de consulta ao INFOSEG (sistema que reúne informações de segurança pública dos órgãos de fiscalização do Brasil), ficou constatado que Alexandre Siqueira e Frank dos Santos já estiveram presos anteriormente pelos crimes de estelionato e receptação em Tomé-Açu e Castanhal, respectivamente.

 

Nas duas ocasiões, eles foram autuados em flagrante pelos delitos. A Seccional Urbana de Tucuruí encaminhou documentos para a Delegacia de Jacundá, para que o delegado responsável pela unidade possa representar na Justiça pela prisão preventiva de Alexandre e apurar a participação dos comparsas no roubo do veículo. Para o diretor da Seccional, as prisões representam apenas a 'ponta do iceberg' de uma quadrilha maior que rouba carros na região e que será rigorosamente investigada, a fim de que seja completamente desarticulada.