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terça-feira, 31 de maio de 2016

Rabetas: Projeto Piloto da UFPA leva apoio aos ribeirinhos do lago de Tucuruí com manutenção preventiva no próximo dia 11 de junho






Rabetas: Projeto Piloto da UFPA leva apoio aos ribeirinhos do lago de Tucuruí com manutenção preventiva




WELLINGTON HUGLES

De Tucuruí

Foto: Divulgação

A Universidade Federal do Pará - UFPA - Campus Tucuruí, através da Faculdade de Engenharia Mecânica, coordenada pelo professor Bruno Wallacy juntamente com os alunos do Laboratório de Motores coordenados pelo professor Ronaldo Moura, realizará no próximo dia 11 de junho (sábado), as margens do lago da UHE Tucuruí, na Vila do KM 11, uma ação que terá como meta levar ao conhecimento dos ribeirinhos moradores do entorno do lago da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, proprietários de embarcações com motores rabeta, a realização do Projeto Piloto que visa realizar “técnicas de manutenção e segurança de motores rabeta a população ribeirinha do entorno do lago da Usina Hidrelétrica de Tucuruí”.


Este projeto piloto foi aprovado pelo Colegiado e Pró-Reitoria de Extensão da UFPA, para ser desenvolvido em 2016, com isso, levando uma interação da universidade com a comunidade ribeirinha, garantindo assim uma maior responsabilidade social.

O projeto está sendo coordenado pelo professor Bruno Wallacy diretor da Faculdade de Engenharia Mecânica, e conta com o apoio dos estudantes do Curso de Motores coordenados pelo professor Ronaldo Moura.


A meta desta ação que será realizada pelos estudantes de Engenharia Mecânica no próximo sábado dia 11 de junho, as margens do lago de Tucuruí, na Vila do KM 11, a priori será a manutenção preventiva dos motores das embarcações que navegam a montante da Hidrelétrica de Tucuruí na região do grande lago, onde serão oferecidos os serviços gratuitos de verificação de velas e carburadores, além da troca de óleo.


Garantindo ainda a orientação aos pilotos das embarcações dos possíveis problemas que possam ocorrer com os motores de rabeta, e assim, dentro da realidade de cada caso, observado, se houver a necessidade e a disponibilidades da cautela, os motores poderão ser levados ao laboratório de mecânica no Campus da UFPA de Tucuruí, localizado na Vila Permanente, para análise e dentro do diagnóstico serem realizados os reparos.

Este projeto vem atender a uma demanda crescente dos ribeirinhos carentes que encontram dificuldades de realizarem estas pequenas correções nos seus motores rabeta.


Dentro do projeto, ainda será contemplada visitas nas comunidades do entorno do lago para definir outras ações, bem como será programada a realização de palestras e workshop sobre noções de manutenção de motores de rabeta.


Uma iniciativa louvável da UFPA, através da Faculdade de Engenharia Mecânica e o Laboratório de Motores, que vem atende aos ribeirinhos carentes com um serviço de grande valia, que vai diminuir acentuadamente os inúmeros problemas com as embarcações, que sem manutenção preventiva passam por riscos durante a navegação nas águas do lago formado a montante da Usina Hidrelétrica de Tucuruí.


Não percam neste sábado dia 11, no horário das 8 h as 13 h, os estudantes da UFPA estarão nas margens do lago da UHE Tucuruí, na Vila do KM 11, para atender a demanda dos ribeirinhos carentes que necessitam de manutenção preventiva em seus motores.


Para maiores informações ou agendamento nestes serviços, entrar em contato através dos fones: (91) 98190-3183 ou (91) 99379-6477 falar com Railan Lopes, (91) 98241-4842 falar com Iury Barile, (91) 98236-5152 falar com o professor Bruno Wallacy ou (91) 99123-4764 falar com Wagner Barros.

Goianésia do Pará: Tonhão retoma com força total o asfaltamento das ruas de diversos bairros da cidade










WELLINGTON HUGLES
De Goianésia do Pará
Foto: ASCOM – PMGP

A prefeitura de Goianésia do Pará, através da gestão do prefeito Tonhão, retomou os serviços de pavimentação asfáltica em diversas ruas da cidade. 

Através de Convênio celebrado entre a Prefeitura de Goianésia do Pará e a empresa Eletrobrás Eletronorte, a Secretária de Obras do município iniciou no mês de maio, os serviços de pavimentação asfáltica das vias públicas, através da empresa Siqueira, que realizou os serviços de preparação das ruas dos bairros: Centro, Santa Luzia, Colegial e Novo Horizonte, concluindo os serviços com a imprimação do asfalto.

A prefeitura já havia iniciado com recursos próprios, a recuperação das vias públicas através dos serviços de terraplenagem, para poder receber a massa asfáltica. 

Mas, em função a alguns imprevistos administrativos, as obras de asfaltamento foram paralisadas por um período, mais para a felicidade da população dos bairros da cidade, os serviços de asfaltamento foram retomados com todo o vapor, na manhã desta terça-feira (31), graças ao empenho e as inúmeras reuniões provocadas pelos poderes: executivo e legislativo de Goianésia do Pará, que buscaram soluções imediatas para a retomada do Convênio com a Eletrobrás Eletronorte. 

Com a retomada dos serviços de asfaltamento na cidade, 4.000 m² de pavimentação serão realizados nos próximos 120 dias, garantindo a geração de emprego para os que estão trabalhando na realização da obra, além do reaquecimento da economia local, com a aquisição de matérias, com a complementação dos serviços milhares de munícipes serão contemplados com vias asfaltadas, garantindo mobilidade, segurança e a valorização de suas moradias em cada bairro.  

Os serviços de asfaltamento já foram concluídos na Rua Delson de Castro, no Centro da cidade. 

E nos próximos meses, todos os bairros que foram contemplados pelo convênio de pavimentação asfáltica, receberão os serviços de re-imprimação e posteriormente o asfaltamento. 

O prefeito Tonhão agradeceu a diretoria da empresa Eletrobras Eletronorte que atendeu a demanda da população de Goianésia do Pará e deu continuidade ao convênio, “nossa intenção, é que o trabalho de preparação e asfaltamento das vias públicas, continuem em toda a cidade, inclusive, está previsto um projeto de pavimentação para o bairro São Judas, que terá asfalto novo em toda a sua extensão, serão mais de 42.000 m² de pavimentação e qualificação do bairro, e que também contemplará várias ruas do bairro Floresta”, acentuou Tonhão. 

Com mais investimentos da prefeitura e realização de parcerias, o trânsito da cidade vai melhorar ainda mais, e os moradores vão ganham em mobilidade e qualidade de vida.
É a Prefeitura de Goianésia do Pará trabalhando pela infraestrutura do cidade.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Construção de Belo Monte afeta a vida de comunidades no sudoeste do Pará Moradores de Altamira, indígenas e pescadores denunciam impactos




Hidrelétrica construída no rio Xingu iniciou operações em abril deste ano

Comunidades que vivem na região sudoeste do Pará denunciam os impactos sofridos por indígenas, pescadores e moradores de cidades como Altamira, com a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. O empreendimento foi erguido no meio do rio Xingu, uma área onde, tradicionalmente, para obter a geração de energia é necessário usar óleo diesel, combustível com alto poder poluidor.

"Dez por cento da água do mundo corre nos rios brasileiros. E portanto, temos muito potencial hidrelétrico a desenvolver. Não somos um país rico pra descartar uma fonte de energia como essa", explica o professor da Unicamp Secundino Soares Filho.

Porém, esse trecho da Amazônica revela-se bastante sensível do ponto de vista ambiental e social, já que índios e pescadores dependem do rio para garantir a sua sobrevivência.

"Desde 2008, 2009, quando o Governo se propõe a instalar essa hidrelétrica, o alerta foi de que a região era uma região de precária presença do Estado, de carência mesmo", esclarece Thaís Santi, procuradora da República.

Hospital novo e sem pacientes  -  Diante da pouca presença do poder público da área, os impactos seriam inevitáveis, por isso, quem construísse a usina deveria trazer também várias melhorias, como o saneamento básico, além de se preocupar com a natureza e com o aumento da população, devido ao número de trabalhadores que seriam atraídos para o local.

As obras na hidrelétrica começaram em 2011 e custaram R$ 31 bilhões.

"Viveu-se aqui momentos de glória. Comércio em alta, todo mundo trabalhando, todo mundo ganhando dinheiro", conta Milton Elias Fisher, presidente da Associação Comercial de Altamira.

Em abril deste ano, o empreendimento começou a funcionar com 5% da capacidade. Mas a Norte Energia, empresa responsável pela usina, e a Prefeitura de Altamira, cidade mais próxima da barragem, não chegam a um consenso. Por isso, muitos programas que deveriam melhorar a vida de quem teve a rotina alterada por Belo Monte anda não foram concluídos. Escolas e hospitais, por exemplo, são novos, entretanto, não recebem ninguém.

"O que existe é uma priorização na execução do cronograma da obra. E esse mesmo esforço não é investido no atendimento das condicionantes que precisariam preparar a região pra receber uma obra desse porte", justifica Carolina Reis, advogada do Instituto Socioambiental.
Danos ao meio ambiente

A região próxima à barragem da usina de Belo Monte, conhecida como Volta Grande do Xingu, com sua área de cerca de 100 quilômetros, é uma das que mais preocupam ambientalistas, ribeirinhos, índios. Eles afirmam que as alterações no curso do rio já começaram a provocar danos ambientais e sociais.

"Conforme vai aumentando a profundidade, o oxigênio vai diminuindo", afirma Cristiane Costa Carneiro, bióloga da Universidade Federal do Pará, que analisa a água do local.
"Antes, a gente pescava para se alimentar e para vender. Hoje, só para se alimentar, e é difícil ainda", lamenta o índio juruna Jair Pereira.

Para compensar os danos sociais provocados pela hidrelétrica, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) exigiu, em 2011, que a Norte Energia implantasse integralmente equipamentos de saúde e educação.

Uma das obrigações da empresa responsável por Belo Monte foi a reforma e ampliação do Hospital Geral de Altamira, para reforçar o atendimento no município com a chegada de mais de 30 mil trabalhadores da usina. Mas a unidade só ficou pronta em 2015 e até o momento o hospital ainda não foi inaugurado.

"Como vamos transferir doentes pra um lugar que está incompleto? com enfermarias incompletas, salas incompletas?" reclama Domingos Juvenil, prefeito de Altamira.

"Reforçamos toda a capacidade hospitalar da região. O que falta fazer é a transferência de equipamentos para lá. Isso nós vamos fazer. Quem deve operar aquilo é quem recebeu, é a Prefeitura. Nós não temos, como empreendedor, nenhuma obrigação nem responsabilidade de administrar a coisa pública", justifica Duílio Diniz de Figueiredo, presidente da Norte Energia.

No caso do hospital geral, o Ministério Público Federal (MPF) exige que a Prefeitura e a empresa coloquem a unidade pra funcionar imediatamente.
Vidas remanejadas

Para a construção do lago de Belo Monte, 500 quilômetros quadrados foram inundados: uma área do tamanho de Curitiba. Com a inundação, cerca de 10 mil famílias tiveram que deixar para sempre suas casas.

A técnica de enfermagem Vanderli Oliveira conta que sentiu os efeitos da mudança. Segundo ela, o bairro onde vivia começou a inundar quando o lago da usina começou a encher. A Norte Energia demoliu a casa de três dormitórios onde ela morou a vida toda e pagou R$ 102 mil de indenização. Mas a técnica diz que o dinheiro não dá para comprar uma casa perto da escola dos filhos e que irá morar de aluguel.

"Arrasada. Desestruturada. É como eu me sinto", desabafa.

Já o destino de mais de 4 mil famílias foi outro: 5 conjuntos habitacionais construídos pela empresa responsável por Belo Monte. Apesar de novas, muitas casas já têm problemas. Em uma delas é possível observar várias partes da parede com massa corrida, cobrindo as várias rachaduras. A Norte Energia se comprometeu a arrumar o problema e diz que vai consertar as rachaduras.

Sem saneamento - A cidade de Altamira não possui saneamento básico para seus 108 mil habitantes. A rede de esgoto não é conectada às casas, por isso, a água cai direto no meio-fio das ruas.

Antes da construção da barragem, a sujeira acabava sendo levada pelo Xingu. Porém, agora, o esgoto fica represado pela barragem. Em 2011, a Norte Energia se comprometeu a fazer o esgotamento sanitário de Altamira até julho de 2014. A tubulação nas ruas está pronta, mas não chega até as casas. A empresa culpa a Prefeitura.

"A prefeitura teve que criar, já que ficou com a responsabilidade de operação, de criar uma empresa", explica Duílio Diniz de Figueiredo, presidente da Norte Energia.

"A Norte Energia tá obrigada a não só fazer as ligações intradomiciliares, mas também a operar todo o sistema de esgoto até que a Prefeitura consiga ter uma estrutura, para evitar a poluição do reservatório do Xingu", esclarece Marilene Ramos, presidente do Ibama.

O prazo dado à empresa é até novembro deste ano.

"Para as casas, nós estamos contratando 15 empresas. Devemos iniciar as ligações no início de junho", promete o presidente da Norte.

Rastro de destruição - A margem do rio, quando fica inundada, é chamada pelos índios e ribeirinhos de igapó. Essa área costuma ter muitos peixes que se alimentam dos frutos que caem das árvores e ficam sobre o espelho dágua. Mas, segundo os jurunas, desde a construção da barragem, esta região não fica mais inundada.

"Agora que a água do Xingu foi desviada, os peixes não têm mais a cheia suficiente para se alimentar" denuncia o cacique Giliard Juruna.

Segundo o ibama, 16 toneladas de peixes morreram naquele trecho do Xingu, entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016.

"Você teve água do reservatório, que é uma água de qualidade muito ruim por causa da decomposição da matéria orgânica. Você tende a ter diminuição muito grande do nível do oxigênio dissolvido", esclarece Flávio Tadeu de Lima, pesquisador da Unicamp, que estabelece uma ligação entre a  morte de peixes e a construção da usina.

Por causa da mortandade de peixes, o Ibama multou a Norte Energia em R$ 35 milhões.

"Colocamos aeradores, que são equipamentos que você aumenta o nível do oxigênio", rebate o presidente da Norte Energia.

Além disso, a operação Lava Jato investiga se, na construção de Belo Monte, houve pagamento de propina para políticos. O valor do desvio chegaria a R$ 150 milhões. Os suspeitos negam.

Hoje, a usina gera energia para atender a 800 mil habitantes por dia. Quando estiver funcionando plenamente, o que está previsto pra 2019, Belo Monte vai poder abastecer as casas de 60 milhões de pessoas, diariamente.

"É um projeto que, de fato, tem impactos ambientais importantes, mas que esses impactos ambientais, em função de toda mobilização social que houve em torno dele, acabou levando a que esses impactos fossem o mais possível compensados ou bastante reduzidos. Além disso, Belo Monte tá gerando energia, uma energia que hoje o país precisa muito", afirma a presidente do Ibama.

"O crescimento nosso tem sido de uns 3 por cento, 4 por cento, o que dá mais ou menos uma Belo Monte por ano de aumento de consumo", alerta Secundino Soares Filho, professor  da Unicamp.
"Gostaria que a sociedade brasileira verificasse qual foi o empreendimento que investiu 4,6 bilhões de reais em melhorias da sociedade. Esse legado para o povo brasileiro, que é a usina", justifica Duílio de Figueiredo.
"Eeu me sinto muito prejudicado e para nós é uma tristeza isso", lamenta o pescador Raimundo dos Santos Martins.

"Foi prometido um lugar bonito, uma cidade boa para se viver. Essa cidade, por enquanto, não chegou", comenta Milton Elias Fisher, presidente da Associação Comercial de Altamira.

Breu Branco: Vila Jutaí avança com obras da prefeitura




Prefeito Adimilson Mezzomo e comitiva, esteve presente na Vila Jutaí, vistoriando as obras de conclusão da Unidade Básica de Saúde,  Trapiche e Campo de Futebol



 


                                                           WELLINGTON HUGLES
De Breu Branco

Foto: ASCOM/PMBB


A Prefeitura de Breu Branco, na gestão do prefeito Adimilson Mezzomo, vem realizando grandes investimentos de infraestrutura em toda a cidade, no último sábado (28), o prefeito Adimilson Mezzomo e comitiva, estiveram na zona rural, na Vila Jutaí, onde estão sendo finalizadas as obras da Unidade Básica de Saúde, do Trapiche Flutuante e do Campo de Futebol.


A maior preocupação do prefeito Adimilson Mezzomo e em levar o atendimento básico de saúde a todos às localidades. 


Com as obras da nova e moderna Unidade Básica de Saúde em todo vapor, a prefeitura vai garantir um atendimento de qualidade aos moradores, que terão um local amplo, moderno e equipado para a manutenção da saúde dos moradores do Jutaí e adjacências.


Com a entrada em funcionamento da Unidade de Saúde da Vila Jutaí, mais um dos compromissos de Adimilson Mezzomo serão materializados, demonstrando que com o trabalho serio e direcionado a garantia dos direitos primordiais como saúde e educação, tudo e possível.


Durante a visita a Vila de Jutaí, Adimilson esteve vistoriando as obras de adequação do campo de futebol que está sendo preparado para a prática do esporte de campo. 

Segundo Juvenal Silva, 56 anos, morador da vila, “antes o nosso campo era de terra batida, hoje está ficando moderno, inclusive terá vestiários, arquibancada e alambrado, com um gramado belo que mais parece um sonho”, enfatizou.


Com a entrega do novo espaço esportivo, o campo de futebol estará em condições de receber partidas oficiais de futebol de campo, fazendo parte de mais um local esportivo para a realização das atividades esportivas do Jutaí e também da Liga Esportiva Municipal de Futebol Amador de Breu Branco, além de estar em condições de sediar grandes eventos de futebol, como partidas amistosas de times profissionais.


É a prefeitura levando condições para a prática esportiva com estrutura, segurança e qualidade.


Adimilson também visitou o local onde está sendo preparado para receber a estrutura metálica do trapiche flutuante da vila, que atenderá aos ribeirinhos com cargas, produtos e passageiros no embarque e desembarque. Antes não existia um local adequado e que garantisse que as embarcações atracassem com segurança, agora os moradores da Vila Jutaí estão vendo o desenvolvimento chegar e junto trazendo grandes melhorias com o novo trapiche flutuante que vai atender a população o ano inteiro.


O prefeito Adimilson Mezzomo agradeceu a todos os moradores que acompanharam a caminhada nas visitas, vistoriando de perto o andamento das obras, que estão previstas de serem entregues nos próximos dias. 

Nossas metas de ações, foram programadas desde que assumimos a prefeitura, para isso tínhamos que levar o desenvolvimento sustentável com a construção do trapiche, juntamente com a manutenção de uma saúde de qualidade e uma educação que possa garantir um ensinamento qualitativo aos nossos jovens estudantes, “estamos apenas levando o que é de direito ao nosso povo, pois é com responsabilidade e transparência, que garantimos os investimentos que chegam de forma direta atendendo aos anseios de nossos munícipes”, comemorou Adimilson.