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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Goianésia do Pará: CGU vai iniciar fiscalização dos recursos federais e aplicação nos programas do governo federal


Auditoria e Fiscalização: 
Prefeitura de Goianésia do Pará vai passar por um pente fino do CGU
 É agora, a situação vai ficar ainda mais "russa", prefeito "Russo"

WELLINGTON HUGLES
De Goianésia do Pará
Foto: Wellington Hugles

A Controladoria-Geral da União (CGU) vai iniciar auditoria e fiscalização na aplicação dos recursos federais destinados à execução de programas do governo; bem como apurar as denúncias e representações enviadas à CGU relativa ao município de Goianésia do Pará, sudeste do Pará.

A iniciativa faz parte da 40ª edição do Programa de Fiscalização Pública, que busca conferir maior transparência e visibilidade à gestão governamental, a fim de assegurar a correta aplicação do dinheiro público, em benefício da sociedade, de modo a inibir e combater a corrução e fomentar o controle social.

Desde 2003, já foram fiscalizados 2.144 municípios. As ações de controle já analisaram R$ 21 bilhões transferidos pelo Governo Federal. Entre os problemas identificados pela CGU, com maior frequência, estão: fraudes em processos licitatórios; falta de medicamentos; condições inadequadas de armazenagem de alimentos destinados à merenda escolar; superfaturamento de preços e pagamento por serviços não realizados.

Os relatórios contendo os resultados serão publicados no site da CGU, após serem devidamente encaminhados aos Ministérios gestores das políticas públicas, possibilitando a adoção de providências para a correção das irregularidades verificadas e a punição dos infratores.

Muitas denúncias foram encaminhadas ao CGU de irregularidades ocorridas na gestão dos recursos federais na Prefeitura de Goianésia do Pará, que tem como prefeito João Gomes “Russo”, dentre as principais denuncias, estão: obras licitadas e não iniciadas ou concluídas, a não comprovação das obras de serviços de abertura e manutenção das vicinais, inexistência da oferta de merenda escolar, falência no transporte escolar, supressão dos recursos destinados ao repasse ao INSS e a não prestação de contas dos valores do FUNDEB e FNDE.


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