segunda-feira, 13 de maio de 2013

Publicada exoneração do médico Devaldo Rodrigues da direção do HRT no Diário Oficial do Pará


WELLINGTON HUGLES
De Tucuruí
Foto: Wellington Hugles
Foi publicada no Diário Oficial do Estado do Pará, da última sexta-feira (10), a exoneração do médico Devaldo Rodrigues dos Santos da função de Diretor do Hospital Regional de Tucuruí.
O médico Devaldo Rodrigues assumiu a direção do HRT no dia 31 de Maio de 2012, foram 11 meses na “gestão” do hospital, durante sua administração, Devaldo ordenou despesas que ultrapassam alguns milhões de reais.
Em uma participação, que pareceu cômica e passou a ser frustrada na rádio local da cidade de Tucuruí, o médico que estava com sua cabeça na “degola”, foi enfático na realização de um suposto balanço de sua péssima e frustrada passagem à frente do HRT, na oportunidade, falou em sua entrevista que muitas melhorias foram idealizadas naquela casa de saúde pública, durante este período, inclusive um caixa eletrônico foi instalado pelo Banpará no HRT e a equipe administrativa fará o início da realização de pregões eletrônicos para aquisição de todo o material para o HRT através de processo de aquisição que será direcionado pela sua competente equipe do HRT.
Falou ainda que os supostos boatos de sua saída do HRT nada mais é, do que, mentiras de pessoas que querer aterrorizar no regional, que sua permanência e definida pelo prefeito Sancler Ferreira seu líder político, afirmou ainda que seu cargo está a disposição do prefeito, seu amigo desde criança que inclusive brincavam pelas ruas da cidade e nele, Sancler, o médico Devaldo confia e sabe que pode contar para ficar por uma grande temporada no cargo de diretor do HRT, (só que achamos que ele não tinha combinado isso com o prefeito).
Ao final, o médico Devaldo Santos, que de ‘santo não tem nada’, que inclusive recebe para exercer o cargo de diretor do HRT, um volumoso salário que lhe obriga a ter dedicação exclusiva mensalmente no hospital, mas, exerce ainda a função de médico clínico geral concursado desde 2010 na cidade de Parauapebas e ainda está cursando uma especialização fora do município, com aulas semanais.
Não sabemos, alias, se ele, entre outros atributos e mágico ou unipresente, para receber do estado dedicação exclusiva mensal para administrar o HRT em Tucuruí, e estar em Parauapebas atendendo como clinico geral e cursando toda semana em outro município seu curso superior, teria ele, descoberto a fórmula de se dividir em três pessoas, é fato, que ainda esta em levantamento o quantitativo de diárias recebidas por ele neste período administrativo, em que era ordenador de despesas, que a priore, já chegam a mais de 100 diárias, acumulando um valor superior a R$ 60 mil, fora as autorizadas por ele aos seus asseclas, que oportunamente estaremos publicando a lista dos diretores e ‘apadrinhados’ beneficiados com estas beneficiais da saúde do estado, que inclusive e público no site do Governo do Pará.
Até o momento não entendemos como o médico Devaldo, se desdobrava para exercer com dedicação exclusiva a direção do HRT, conforme Portaria Nº 0606 de 04/06/2012, se neste mesmo período também exercia suas funções em Parauapebas com o clínico geral, e ainda ter que cursar semanalmente sua especialidade, e levando-se em consideração que no seu período de gestão, foi comprovada uma média altíssima de diárias do diretor e de diversos membros de sua diretoria, em viagens a serviço para diversos municípios do estado e cidades do Brasil.
Seria este um dos motivos da falta de conhecimento de diversas situações que vinham ocorrendo dentro do Hospital Regional de Tucuruí. Inclusive que culminou com a realização de uma reunião em 26 de fevereiro deste ano, onde o diretor Devaldo Rodrigues, afirmou que acabaria com os altos salários de alguns funcionários, através do beneficiamento com plantões, que inclusive uma lista dos “mensalões” foi divulgada, constando funcionários que recebem valores que chegam a 60 salários mínimos mensais. Determinou ainda que ate março a Maternidade Municipal sairia do prédio do HRT, assim como a partir de abril nenhum funcionário seria remunerado através dos recursos do Siafem, balela, nada foi cumprido por Devaldo.
Mesmo com a afirmativa de tentar acabar com estes pagamentos superfaturados, na prática o diretor nunca coibiu a ação ilícita e também nunca esclareceu qual a ação realizada por sua diretoria.
Em função a sua forma arrogante e ditatorial de administrar o HRT, o médico Devaldo Rodrigues, convocou a direção da Associação dos Moradores da Vila Permanente – Asmovipe, para uma reunião em seu gabinete, oportunidade em que esteve presente o presidente da Asmovipe Bernardo Albano, conhecido como “Tucuruí” e o vice-presidente Wellington Hugles, na oportunidade Devaldo acompanhado pelo assessor jurídico, a vice-diretora e seu assessor de comunicação, teceu inúmeros elogios à diretoria da Asmovipe e a ação do jornalista que sempre estava saindo em defesa dos interesses da população, e solicitou a intermediação da associação para tentar renegociar uma dívida que ultrapassa R$ 600 mil junto a Eletronorte, de débitos de alugueis de residências da Vila Permanente acumulados desde 2007.
Até ai tudo bem, mas, em função a reunião organizada pelos funcionários para cobrar de Devaldo explicações pela forma esdruxula que vinha administrando o hospital e a suposta lista do ‘mensalão’, o médico ficou contrariado e iniciou uma ação de repressão aos revoltosos.
Na reunião com a direção da Asmovipe em seu gabinete, Devaldo pediu que a associação lhe ajudasse a regularizar os débitos das mais de 60 casas que estavam ocupadas por pessoas, “que não teriam merecimento de estarem nas residências, haja vista, não fazerem parte do quadro funcional do HRT”, segundo afirmativa de Devaldo, até ai, também, tudo bem.
Foi nesta oportunidade que seu braço direito e advogado contratado e pago com recurso do Siafem, foi até sua sala buscar o relatório dos débitos, em seu retorno foi indagado por Wellington Hugles, se o HRT ou a Sespa, estavam realizando a complementação do pagando da parte conveniada das casas que estavam à disposição destas pessoas, sendo informado que não, inclusive foi nesta oportunidade que o advogado afirmou que dos 68 moradores a grande maioria eram funcionários do HRT, com uma ou duas exceções de funcionários já aposentados, contradizendo a afirmativa do médico Devaldo, que afirmou que nenhum destes moradores beneficiados com apenas o pagamento da taxa de manutenção estavam funcionários do hospital.
Foi ai que Wellington Hugles ‘chutou o balde’ e saiu em defesa dos funcionários do HRT, declarando que foi eleito na Asmovipe para defender os interesses dos seus sócios e não para prejudicá-los, e afirmou ser contrário a retirada destes trabalhadores da saúde de Tucuruí de suas casas, ou mesmo que passassem seus contratos para particular, onerando seus orçamentos mensais, haja vista, que a dívida passada e do HRT e não dos funcionários, disparou dizendo que o diretor Devaldo teria era que tratar de pagar a dívida com a Eletronorte e não tentar obrigar seus funcionários a faze-la, e inclusive, parar de tentar prejudicar os funcionários moradores das casas da Vila Permanente, “doutor deixe os seus subordinados hierarquicamente em paz”, disparou Wellington Hugles.
Foram estes os motivos reais que causaram a insatisfação do diretor, onde o ‘pequeno rei’ teve sua proposta recusada, passando o médico Devaldo para disparar críticas diretas a Wellington Hugles, chegando à situação insana de expulsar o diretor da associação de moradores e profissional liberal de dentro do prédio público do estado, inclusive determinando a proibição de sua entrada no hospital, é fato, que sempre se houve falar que de médico e doído todo mundo tem um pouco, mas, neste caso achamos que o diretor acumulou a loucura de muitas pessoas.
Estas foram às causas reais, que levou a indisposição de Devaldo contra Wellington Hugles, que inclusive foi difamado e chamado de “elemento” em cadeia de rádio na última segunda-feira 6, pelo médico Devaldo que informou a população que teria dado entrada em processo judicial contra Wellington Hugles, só não falou a verdade, que seus interesses foram desagradados, em função de querer prejudicar seus funcionários revoltosos através da Asmovipe, com a expulsão deles, de suas casas, mas, seu ‘tiro saiu pela culatra’, pois na direção da Associação da Vila Permanente o lema é os seus sócios em primeiro lugar.
É fato, que na sua própria diretora do HRT o médico Devaldo Rodrigues, tem diretor que se beneficiou de uma casa na Vila Permanente e chegou ao ponto de vendê-la por uma volumosa quantia em dinheiro pelo direito de moradia da casa, um patrimônio da União, para seu vizinho.
Com toda a certeza a ação judicial interposta por Devaldo Rodrigues, deverá se juntar com as outras impetradas pelo prefeito Sancler Ferreira e o prefeito Russo, todos do mesmo grupo politico, denunciando Wellington Hugles pelos crimes de calúnia e difamação, infelizmente em nossa cidade e região, falar a verdade e crime, inclusive. o próprio Devaldo foi exonerado por ter falado à verdade, afirmando ser uma vergonha uma maternidade municipal já estar a quase três anos dentro de um órgão do governo do estado, finalizando dizendo “por mim esta maternidade estaria no mato ou no esgoto”.
Wellington Hugles afirmou que dos seis processos interpostos contra ele, vai provar tudo que por ele foi publicado, perante a justiça, e posteriormente após a comprovação de sua inocência, vai entrar com ações contra seus desafetos, solicitando indenizações, que se for vitorioso, serão todas disponibilizadas em um programa para dar auxilio financeiro e de material as mães parturientes de nossa cidade.
A população de Tucuruí e Região, por que não dizer do Pará, está aliviada e comemorando a exoneração do médico Devaldo Rodrigues, que mesmo sendo um filho nato da cidade oriundo da Vila de Alcobaça, mas, que muito envergonhou sua população pela forma incompetente e desonrosa que administrou o maior hospital da região que tem como meta principal salvar vidas e não persegui-las. 


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