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terça-feira, 24 de junho de 2014

Falência Pública: Conselho Tutelar sem energia por falta de pagamento


O prédio do Conselho Tutelar de Tucuruí, teve sua energia cortada por falta de pagamento de três faturas de consumo de energia elétrica, faturas estas, que não ultrapassam o valor de R$250,00
Os Conselheiros Tutelares de Tucuruí sem local para atendimento

WELLINGTON HUGLES
De Tucuruí
Foto: Wellington Hugles

A incompetência administrativa da atual gestão da Prefeitura de Tucuruí vem conseguindo ultrapassar todas as suas expectativas de incompetência, sendo fantasiosa na propaganda institucional nos meios de comunicações locais (rádio e televisão), sendo desembolsando para este fim, a cifra mensal de R$ 130 mil, para que a “imprensa livre” mostre apenas o que o gestor quer que a população veja. Obras inexistentes e que na sua na sua maioria, quando finalizadas, foram pagas com recursos oriundos do governo federal através dois diversos Ministérios, da Eletrobras Eletronorte, como forma de compensação financeira ao município e aos expropriados pela construção da Usina e pelo fechamento do Rio Tocantins, e outras financiadas pelo Governo do Estado do Pará, obras estas, que na sua maioria não foram concluídas, e estão paralisadas há mais de dois anos, por que a gestão do atual prefeito de Tucuruí “desviou” as verbas que vieram “carimbadas” para as finalidades especificas de reformas, construções e serviços para outras áreas, sendo impossível que os prestadores de serviços e empresas contratadas pudessem finalizar as obras sem receberem o seus pagamentos.

Os desmandos não ficam por ai, nesta terça-feira (24), enquanto os fiscais dos recursos públicos, os 13 vereadores eleitos pelo povo, estavam em uma sessão “relâmpago”, que nada fez a não ser carimbar com o aprovo, os expedientes encaminhados pelo gabinete do prefeito, o prédio do Conselho Tutelar de Tucuruí, teve sua energia cortada por falta de pagamento de três faturas de consumo de energia elétrica, faturas estas, que não ultrapassam o valor de R$250,00, isso e uma vergonha, enquanto a Prefeitura de Tucuruí jogou no lixo no último sábado (21), um coquetel completo que custo à bagatela de R$ 10 mil para os cofres da prefeitura, para ser servido na inauguração do prédio construído com recursos do governo do estado para ser instalado o Pro Paz e a Delegacia dos Direitos das Mulheres, mas, que em função a contra ordem do governador Simão Jatene, que esteve em visita ao município vizinho de Breu Branco, resolveu em cima da hora, que não faria a inauguração do Pro Paz de Tucuruí e nem entregaria os 500 Cheques Moradias as famílias carentes cadastradas pela Secretaria Municipal de Assistência Social, evento que ocorreria no Centro de Convenções, inclusive, decidiu o governador Jatene, a seguir de helicóptero de Breu Branco para o aeroporto de Tucuruí sem ao menos transitar no solo tucuruiense.

Em novembro de 2013, os prédios as Nossa Água, Assessoria de Comunicação e o do Conselho Tutelar, tiveram sua energia cortadas pela Rede Celpa, e novamente passado 6 meses, e com 3 talões de consumo de energia atrasados, novamente a sede que é de vital importância para o atendimento a criança e ao adolescente de Tucuruí, o Conselho Tutelar, está as escuras e com suas atividades suspensas.

É fato, que a Prefeitura de Tucuruí recebeu pelo segundo ano consecutivo o selo da UNICEF pelas atividades de proteção a criança, mas este paradoxo e inacreditável.

Onde o órgão principal de atenção à criança e ao adolescente esta as escuras e sem condições de funcionar, é este o apoio a criança, que garante o reconhecido por uma entidade mundial, ou será que a prefeitura compreende que entregar presentes de pouca qualidades no mês de dezembro a qualifica para ser um dos municípios de defesa da criança?

Estes questionamentos tem que serem feitos, haja vista, uma Prefeitura milionária como é a de Tucuruí, que arrecada mensalmente algo entorno de R$ 17 milhões, não tem condições de pagar uma conta de energia, que em 3 meses totaliza menos de R$ 250,00, isso é uma vergonha, uma falta de competência, seriedade e honestidade.


Esperamos que estas pendências sejam resolvidas, para que a população não seja sempre penalizada, é fato, que para divulgar as “obras”, a prefeitura fez um contrato de quase R$ 2 milhões com uma empresa de comunicação, e religiosamente as empresas que prestam serviços de divulgação (radio, televisão e jornais), recebem seus “quinhões”, e a população em contra partida fica a assistir estas “grandes obras” pela televisão e ouvir nos rádios, mas sem os prédios públicos em funcionamento, por falta de pagamento do consumo de energia, isso e inversão de valores.

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