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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Morte de bebê em Maternidade Municipal de Tucuruí: Charles Tocantins mente a mando de Sancler Ferreira sobre o afastamento da médica Lana Almeida





Morte de bebê em Maternidade Municipal de Tucuruí: Charles Tocantins mente a mando de Sancler Ferreira sobre o afastamento da médica Lana Almeida


WELLINGTON HUGLES

De Tucuruí

Foto: Arquivo

Após a publicação da matéria “Maternidade Municipal: Familiares denunciam negligência que culminou na morte de recém-nascido” no site Jornal de Tucuruí e Região, que repercutiu negativamente na administração do sistema de saúde, que se encontra falido e desorganizado no município de Tucuruí. Onde os familiares da parturiente Joice de Castro Sousa, denunciaram que houve negligência médica por parte da médica obstetra Lana Tiani Almeida da Silva, quando em plantão médico na maternidade municipal de Tucuruí, o qual supostamente levou a óbito o recém-nascido Pedro Henrique.



Após a publicação da matéria, o jornalista Wellington Hugles recebeu a informação da Assessoria da Secretaria de Saúde de Tucuruí, “de ordem superior à médica Lana Almeida teria sido demitida da prestação dos serviços de obstetrícia ao município de Tucuruí”, sendo amplamente noticiado nas redes sócias e muitas mães começaram a denunciar inúmeras outras barbáries cometidas pela médica.


Mas em uma manobra ridícula e tendenciosa utilizando os meios de comunicação contratados a valores que ultrapassam repasses mensais de R$ 100 mil ao mês, reuniu alguns meios de “comunicação” para uma coletiva de “imprensa”, onde o secretario Charles Tocantins, afirmou que a médica Lana Almeida por determinação do prefeito Sancler Ferreira, teria sido “licenciada” do cargo de obstetra da maternidade, “afastada temporariamente” até posterior apuração dos fatos.


O que a “imprensa” paga pelos cofres da prefeitura não questionou na coletiva de “imprensa” do secretário Charles Tocantins, foi como uma médica que não foi aprovada em nenhum concurso público, que não consta seu nome na folha de pagamento do município, nem como efetivo e nem contratada, poderia ser afastada da função temporariamente, ou como Charles a mando de Sancler falou, “licenciada”.


Infelizmente, alguns meios de comunicação, comunicadores e apresentadores de programações radiofônicos, são induzidos ao erro, e pecam chamando pessoas que tem conhecimento de causa de “mentirosos”, pelo simples fato de estar recebendo quantias “pomposas” dos cofres da PMT, sem investigar a fundo a verdadeira história dos fatos, acreditando na “ESTÓRIA” criada pelos gestores que pagam para ser publicado o “que lhes é de agrado”.





Pois bem, quando afirmamos em matéria publicada nas redes sócias através do Facebook “MÉDICA É DEMITIDA DA MATERNIDADE MUNICIPAL DE TUCURUÍ”, e na matéria no site Jornal de Tucuruí, afirmamos que a empresa Mater Dei Serviços Médicos Eireli - ME - CNPJ nº 16.422.340/0001-40, foi contratada para realizar os serviços de obstetrícia na maternidade municipal, onde a Prefeitura terceirizou estes serviços desde o ano de 2014, quando funcionava dentro do Hospital Regional de Tucuruí, custando aos cofres da municipalidade o valor global de R$ 8.328.000,00 (oito milhões trezentos e vinte oito mil reais). Não ocultamos a verdade, e que a mesma empresa Mater Dei Serviços Médicos Eireli, contínua realizando os serviços de obstetrícia dentro da maternidade municipal de Tucuruí, hoje instalada no antigo prédio do SESP, e o que é mais grave, e de propriedade do esposo de uma médica concursada da prefeitura na função de obstetra, ou seja, os médicos e alguns profissionais que lá estão trabalhando são apenas prestadores de serviços, a exemplo da médica Lana Almeida, e que ela realiza apenas a prestação de serviços de médica obstetra plantonista, recebendo seus pagamentos diretamente da empresa Mater Dei Serviços Médicos Eireli, com isso, “se ela não produzir, não vai receber”, e se ela fosse “licenciada”, teria que estar contratada e não prestando serviços terceirizados, com isso, o secretário Charles e o prefeito Sancler, mentiram novamente em afirmar, que a médica “foi licenciara e afastada temporariamente”, na verdade ela foi demitida e não prestará mais serviços para a empresa Mater Dei Serviços Médicos Eireli como obstetra.


Por outro lado, o secretário e o prefeito teriam de explicar o porquê desta prestação de serviços terceirizados a empresa de faixada Mater Dei Serviços Médicos Eireli, pelos valores milionários, pois o município tem inúmeros profissionais concursados nesta área, até mesmo a esposa do proprietário da empresa que é obstetra, além de uma grande quantidade de concursados aprovados aguardando para serem convocados.


Estas “autoridades” constituídas tinham também que explicar como foi feita uma contratação milionária de uma empresa de propriedade de um Argentino, que tem sede em uma residência na Rua Juruá, 36 (Tropical), na Vila Permanente, que inclusive tem em seus registros o capital social de R$ 100 mil, mais assinou um contrato de mais de R$ 8 milhões com a Prefeitura de Tucuruí, e a lei determina que empresa tivesse que ter o capital social de no mínimo 10% do valor do contrato, ou seja, R$ 800 mil, estas perguntas deveriam ter sido feitas na coletiva de “imprensa”, que nada fizeram apenas ouviram, o que os gestores que pagam os meios de comunicação, “queriam falar”.


Por fim, sempre trabalhamos de forma transparente, e dando o direito ao contraditório, em todas as matérias que produzimos, inclusive fomos atrás de esclarecimentos da gestão municipal, mas como as provas apresentadas foram contundentes, ficou impossível explicar o inexplicável.


Esperamos que os nossos confrades dos outros meios de comunicação que prestam serviços a Prefeitura de Tucuruí, e recebem dos cofres públicos valores de um contrato de mais de R$ 1.000.000,00 (um milhão) ao ano, tenham mais cuidado, antes de fazerem juízos de valores, e afirmarem que algumas “pessoas” querem apenas se promover ou aparecer em cima de matérias mentirosas e das desgraças dos outros.  




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