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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A presidente do INCRA decidiu pela exoneração de seu diretor em Tucuruí, em face às denúncias de desmatamento e extração ilegal de madeira em assentamentos

Gilvan Ribeiro dos Reis ex-chefe da Unidade Avançada do INCRA em Tucuruí

WELLINGTON HUGLES
De Tucuruí
Foto: Wellington Hugles

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA publicou no Diário Oficial da União do último dia 23 de julho, a Portaria Nº 369 – assinada pela presidente do INCRA Maria Lúcia Oliveira Falcón, que exonerou o servidor Gilvan Ribeiro dos Reis ocupante do cargo efetivo de Auxiliar Administrativo, e que respondia pela chefia da Unidade Avançada do INCRA em Tucuruí.

A portaria determina a exoneração de Gilvan Ribeiro do Reis retroativa a 15 de julho, tudo em função as investigações que tramita na vara da Justiça Federal, em função as denúncias postuladas pela Procuradoria da República em Tucuruí, a qual levantou indícios do envolvimento do funcionário efetivo Gilvan Ribeiro dos Reis, que respondia pela direção do INCRA na agência avançado de Tucuruí, que atende a toda a região do lago de Tucuruí, em função ao seu envolvimento na facilitação de informações ao grupo que vinha realizando desmatamento e a extração ilegal de madeira na região em áreas de assentamentos realizados pelo Instituto, recentemente identificados na localidade do assentamento do Rio Cururuí na cidade de Pacajá.

Gilvan Ribeiro dois Reis foi preso preventivamente através de decisão do Juiz Federal de Tucuruí no último dia 15 de julho, que atendendo ao pedido postulado pelo MPF, para que fossem realizadas as investigações necessárias às denúncias, mas através da ação de seus advogados, houve a concessão de liminar, que garantiu sua liberação para responder o processo em liberdade.

O funcionário efetivo do INCRA Gilvan Ribeiro dois Reis perdeu apenas a função de diretor do INCRA de Tucuruí, mas contínua como funcionário efetivo do INCRA.


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