sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Denúncia: Porto da Balsa estrada das ossadas


 Denúncia: Porto da Balsa estrada das ossadas
Fotos: Wellington Hugles












Os moradores as margens da estrada do Porto da Balsa que liga a Rodovia Transcametá (BR-422), com uma extensão de quase 5 km até o antigo Porto da Balsa, que fica localizado a jusante do Rio Tocantins no bairro Beira Rio em Tucuruí, estão desesperados pela quantidade de lixo e ossada que são depositadas diariamente em toda a sua extensão, tudo em função a grande distância do centro da cidade, e pela falta de manutenção da rodovia, que neste período esta com diversas crateras formadas por atoleiros, com isso, os supermercados do centro da cidade e do bairro vizinho do Getat, para não transportar seus lixos e o restante das ossadas dos seus açougues, até o lixão que fica distante da cidade, ‘sorrateiramente’ descarregam em diversos horários, seus lixos na rodovia, principalmente a noite em função da falta de iluminação pública no local, que garante total cobertura para que o ‘crime ambiental’ seja praticado, sem que os comerciantes da cidade que utilizam este artificio para economizar com o destino adequado do seu lixo, sejam identificados. Os moradores denunciam também, que já foram vistos caminhões limpa fossa realizando o despejo de fezes nas laterais da estrada, agravando ainda mais o odor insuportável do local.
Desde o ano passado, dezenas de veículos diariamente jogam em diversos pontos da Rodovia do Porto da Balsa o lixo diário e as ossadas de seus comércios, com isso, atraindo a presença de inúmeros urubus e insetos perniciosos, gerando a proliferação de doenças.
Com a descarga dos produtos de supermercados, já se observa uma grande quantidade de catadores em diversos pontos de descarga, tentando retirar algo que possam ser reutilizados em seus sustentos e até para a alimentação através de produtos descartados com data de validade vencida.
É fato que a prefeitura de Tucuruí já tentou por diversas vezes acionar os supostos comerciantes que estejam realizando o descarte do material na rodovia, mas que em função da falta de comprovação, nada pode ser feito, inclusive anteriormente retirava o lixo que estava sendo depositado no local, mas em função dos horários de descarte ser diferenciado e em diversos pontos, a prefeitura não esta tendo condições de fiscalizar e retirar por diversas vezes ao dia o lixo, acumulando e atrapalhando o tráfego de veículos na estrada e sendo criados diversos pontos de pessoas na catação do lixo.
Segundo o morador Ricardo Assunção, 52 anos, esta situação, esta descontrolada, nossos familiares estão adoecendo e a proliferação de ratos, baratas, moscas e urubus esta insuportável, “no lugar de piçarra na nossa estrada, estamos trafegando em cima de lixo e ossadas de boi, colocando em risco a vida de nosso povo e dos próprios motoristas que ainda se arriscam em trafegar nesta via, que tem prejuízos com os pneus cortados pelos ossos”.
Com a chegada do período chuvoso na região, a situação dos moradores deve ficar ainda, mas critica, haja vista, que neste período a manutenção destas vias e inviável, ficando os moradores da estrada do Porto da Balsa em uma situação de calamidade pública e a mercê de doenças contagiosas. (Wellington Hugles)

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