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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

FARSA DESMONTADA: Chefe de Gabinete estava em Belém no dia da suposta conversa denunciada pelo empresário que culminou no afastamento do prefeito Artur Brito


Alexandre mentiu para o Ministério Público:
Chefe de Gabinete estava em Belém no dia da suposta conversa denunciada pelo empresário que culminou no afastamento do prefeito Artur Brito

 
Com informações:



O chefe de gabinete da Prefeitura de Tucuruí, Wilson Wischansky, estava em Belém no dia 26 de outubro, data apontada pelo empresário Alexandre Siqueira como o dia em que foi procurado pelo comandante Wilson para alterar valores nas notas de prestação de serviços da empresa de Alexandre com a prefeitura. 

A revelação foi feita na manhã de hoje pelo radialista Nonato Pereira, no Programa Mix Atualidades, líder de audiência em todo o Pará.  

A nota fiscal do Hotel Sagres, confirma que o chefe de gabinete estava hospedado em Belém na data apontada pelo empresário, cumprindo agenda da prefeitura. 



Com efeito, os advogados do prefeito afastado Artur Brito estão apresentando junto ao Ministério Público do Pará, as notas fiscais do Hotel Sagres, bem como as imagens das câmeras de segurança do hotel, comprovando que o chefe de gabinete estava em Belém na data em questão, comprovando que são falsas e mentiras as afirmações do empresário Siqueira, que resultaram no afastamento do prefeito Artur Brito. “Mais uma vez estamos confirmando que este cidadão mente descaradamente. Ele está usando a justiça e o Ministério Público para se vingar do prefeito Artur Brito, que cortou todos os contratos da empresa dele com a prefeitura”. Disse o advogado Mauro Santos.

No programa da manhã desta segunda-feira (27), o radialista Nonato Pereira denunciou a chamada “Máfia das Licitações”, comandada pelo empresário Alexandre Siqueira e que tem várias ramificações em prefeituras do Pará. “É estranho como esse camarada, que já tem extensa ficha criminal, apareça como dono de várias empresas que mantém contratos com a prefeitura de Tucuruí. O Ministério Público tem a obrigação de investigar isso”. Disse Nonato.

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